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AMARELÃO – Aspidosperma vargasii A. DC., Aspidosperma parvifolium

* Pamella K. C. do Nascimento TAXONOMIA CLASSE: Magnoliopsida; ORDEM: Gentianales; FAMÍLIA: Apocynaceae; NOMES COMUNS: amarelão, guatambu-oliva, guatambu-branco, tambu, pequiá-marfim; DESCRIÇÃO ALTURA: 15 a 30 metros; TRONCO: 40 a 100 centímetros de diâmetro; CASCA: espessa, fissurada, cinza-clara; FLOR: verde-amarelada; FRUTO: seco, deiscente, marrom-claro; BIOLOGIA REPRODUTIVA FLORAÇÃO: agosto a novembro; FRUTOS MADUROS: julho a novembro; DISPERSÃO: anemocórica; SEMENTE/KG: 5.000 unidades; GERMINAÇÃO: 60%; PRODUÇÃO DE MUDAS: dispor as sementes, logo que colhidas, em canteiros ou recipientes individuais, com substrato organo-argiloso, cobri-las com uma leve camada do substrato peneirado e irrigar 2 vezes ao dia; EMERGÊNCIA DE PLÂNTULAS: 15 a 35 dias; PLANTIO DEFINITIVO: muda com 5 a 6 meses. INFORMAÇÕES ECOLÓGICAS E ETNOBOTÂNICA É uma espécie heliófita e semidecídua, caracterí...

3.051 focos de queimada no Acre: recorde de agosto para os últimos 16 anos

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* Ecio Rodrigues Pode ser que não exista nenhuma conexão entre o discurso do atual governo do Acre em favor da ampliação da criação de boi (que se insiste em chamar de agronegócio) e o aumento perigoso das queimadas, mas pode ser que sim. Diante da dúvida, há um fato. Em 2019, houve maior número de queimadas no Acre nos meses de março, abril, maio e junho, em relação a 2018 – até chegar ao recorde dos últimos 16 anos para o mês de agosto. Três argumentos costumam ser prontamente sacados pelos gestores para justificar as queimadas: tradição cultural; subsistência familiar; e direito ao uso do fogo. Todavia, nenhum se sustenta. No que concerne ao primeiro, defende-se que desde os primórdios da ocupação da Amazônia a agricultura de coivara e a queima já eram usadas para formação de roçados de macaxeira e milho. Ora, mesmo que existissem registros demonstrando que os indígenas faziam emprego das queimadas nos padrões atuais – o que não é o caso –, heranças culturais podem e...

ATA-BRAVA – Rollinia exsucca (Dun.) DC., Annona exsucca

* Pamella K. C. do Nascimento TAXONOMIA CLASSE: Magnoliopsida; ORDEM: Magnoliales; FAMÍLIA: Annonaceae; NOMES COMUNS: ata-brava, beribarana, embira, embira-bobó, biribá-bravo; DESCRIÇÃO ALTURA: 4 a 7 metros; TRONCO: 10 a 20 centímetros de diâmetro; CASCA: estriada, cinza a marrom clara; FLOR: amarela a esverdeada; FRUTO: infrutescência sincarpo, casca áspera, amarelo; BIOLOGIA REPRODUTIVA FLORAÇÃO: setembro a novembro; FRUTOS MADUROS: novembro a maio; DISPERSÃO: autocórica e zoocórica; SEMENTE/KG: 3.400 unidades; GERMINAÇÃO: 60% a 80%; PRODUÇÃO DE MUDAS: dispor as sementes, logo que colhidas, em canteiros, ou de 3 a 4 sementes em recipientes individuais, com substrato organo-arenoso, em local semi-sombreado e irrigar 2 vezes ao dia; EMERGÊNCIA DE PLÂNTULAS: 40 a 90 dias; PLANTIO DEFINITIVO: mudas com 30 a 40 centímetros. INFORMAÇÕES ECOLÓGICAS E ETNOBOTÂNICA É uma espécie heliófita e decídua, característica da mata de terra firme ...